quinta-feira, 7 de julho de 2011

Caju

 Maior abandonado,exagerado,ideologista,burguês Cazuza viu o dia nascer  feliz ,fez parte do meu show e para ele o tempo não para ele ia inventando  os amores.A sim era Cazuza,o poeta, o rebelde, o louco,cantor,compositor,amigo,filho,colega que nos deixou a 21 anos. 


Cazuza nascido Agenor de Miranda Araújo Neto;  no Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958 e falecido no  Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990 foi um cantor e compositor brasileiro que ganhou fama como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho. Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".
Cazuza tornou-se um dos ícones da música brasileira da década de 1980. Dentre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Pára" e "O Nosso Amor A Gente Inventa".
Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro.
Filho de João Araújo, produtor fonográfico, e de Lucinha Araújo, Cazuza recebeu o apelido mesmo antes do nascimento. Agenor, seu verdadeiro nome foi recebido por insistência da avó paterna. Na infância, Cazuza nem sequer sabia seu nome de batismo, por isso não respondia à chamada na escola. Só mais tarde, quando descobre que um dos compositores prediletos, Cartola, também se chamava Agenor (na verdade, Angenor, por um erro do cartório), é que Cazuza começa a aceitar o nome.

Cazuza sempre teve contato com a música. Influenciado desde pequeno pelos grandes nome da música brasileira, ele tinha preferência pelas canções dramáticas e melancólicas, como as de Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Era também grande fã da roqueira Rita Lee, para quem chegou a compor a letra da canção "Perto do fogo", que Rita musicou.
Cazuza cresceu no bairro do Leblon e estudou no Colégio Santo Inácio até mudar para o Colégio Anglo-Americano, para evitar reprovação. Como os pais às vezes saíam à noite, o filho único ficava na companhia da avó materna, Alice. Por volta de 1965, ele começou a escrever letras e poemas, que mostrava à avó.
Graças ao ambiente profissional do pai, Cazuza cresceu em volta dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, como Caetano Veloso, Elis Regina, Gal Costa, Gilberto Gil, João Gilberto, Novos Baianos, entre outros. A mãe, Lucinha Araújo, também cantava e gravou três discos.
Em 1972, tirando férias em Londres, Cazuza conhece as canções de Janis Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã.
Por causa da promessa do pai, que disse que lhe presentearia com um carro caso ele passasse no vestibular, Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976, mas desistiu do curso três semanas depois. Mais tarde começou a frequentar o Baixo Leblon, onde levou uma vida boêmia. Assim, João Araújo criou um emprego para ele na gravadora Som Livre, da qual ainda é presidente. Na Som Livre, Cazuza trabalhou no departamento artístico, onde fez triagem de fitas de novos cantores. Logo depois trabalhou na assessoria de imprensa, onde escreveu releases para divulgar os artistas.

No final de 1979 ele fez um curso de fotografia na Universidade de Berkeley, em São Francisco, Estados Unidos. Lá descobriu a literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais tarde teria grande influência na carreira.
Em 1980 ele retornou ao Rio de Janeiro, onde ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador. Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez.
O cantor e compositor Léo Jaime, convidado para integrar uma nova banda de rock de garagem que se formava no bairro carioca do Rio Comprido não aceitou, mas indicou Cazuza aos vocais. Daqueles ensaios na casa do tecladista Maurício Barros, nasceu o Barão Vermelho.

O Barão Vermelho, que até então era formado por Roberto Frejat (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria), gostou muito do vocal berrado de Cazuza. Em seguida, Cazuza mostra à banda letras que havia escrito e passa a compor com Roberto Frejat, formando uma das duplas mais festejadas do rock brasileiro. Dali para frente, a banda que antes só tocava covers passa a criar um repertório próprio.
Após ouvir uma fita demo da banda, o produtor Ezequiel Neves convence o diretor artístico da Som Livre, Guto Graça Mello, a gravar a banda. Juntos convencem o relutante João Araújo a apostar no Barão.
Com uma produção barata e gravado em apenas dois dias, é lançado em 1982 o primeiro álbum da banda, Barão Vermelho. Das canções mais importantes, destacam-se "Bilhetinho Azul" (elogiadíssima por Caetano Veloso), "Ponto Fraco", "Down Em Mim" e a obra-prima "Todo Amor Que Houver Nessa Vida". Bom frisar que na época, Cazuza tinha apenas 23 anos, mas uma grande maturidade poética. Apesar de ser aclamado pela crítica, o disco vendeu apenas 7 mil cópias.
Depois de alguns shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, a banda voltou ao estúdio e com uma melhor produção gravou o disco Barão Vermelho 2, lançado em 1983. Esse disco vendeu 15 mil cópias. Foi nessa fase que, durante um show no Canecão, Caetano Veloso apontou Cazuza como o maior poeta da geração e criticou as rádios por não tocarem a banda. Na época as rádios só tocavam pop brasileiro e MPB. O rótulo de "banda maldita" só abandonou o Barão Vermelho quando o cantor Ney Matogrosso gravou "Pro Dia Nascer Feliz". Era o empurrão que faltava, e a banda ganhou vida pública própria.
Maior Abandonado e Rock in Rio
A banda é convidada a compor e gravar o tema do filme Bete Balanço. A canção, "Bete Balanço", torna-se um dos grandes clássicos dos barões, impulsionando o filme que vira sucesso de bilheteria. A canção também impulsionou as vendas do terceiro disco do Barão, Maior Abandonado, lançado em outubro de 1984, que conquistou disco de ouro, registrando outras composições como "Maior Abandonado" e "Por Que a Gente é Assim?".

Em 15 e 20 de janeiro de 1985, o Barão Vermelho se apresenta na primeira edição do Rock in Rio (o maior e mais importante festival da América do Sul). A apresentação da banda no quinto dia tornou-se antológica por coincidir com a eleição do presidente Tancredo Neves e com o fim da Ditadura Militar. Cazuza anuncia esse fato ao público presente e para comemorar, cantou "Pro Dia Nascer Feliz".
“Não divido nada, muito menos o palco"
Cazuza deixou a banda a fim de ter liberdade para compor e se expressar, musical e poeticamente. Em julho de 1985, durante os ensaios do quarto álbum, Cazuza deixou o Barão Vermelho para seguir carreira solo. Suspeita-se que nesse mesmo ano começou a ter febre diariamente, indícios da AIDS que se agravaria anos depois. Ezequiel Neves (faleceu no dia 7 de julho de 2010), que trabalhou com o Barão, dividiu-se entre a banda e a carreira solo de Cazuza. "Fui 'salomônico'", declarou em entrevista ao Jornal do Commercio, em 2007, quando Cazuza completaria 49 anos.
Em agosto de 1985, Cazuza é internado para ser tratado por uma pneumonia. Cazuza exigiu fazer um teste de HIV, do qual o resultado foi negativo. Em novembro de 1985 foi lançado o primeiro álbum solo, Exagerado. "Exagerado", a faixa-título composta em parceria com Leoni, se torna um dos maiores sucessos e marca registrada do cantor. Também destaca a obra-prima "Codinome Beija-Flor". A canção "Só As Mães São Felizes" é vetada pela censura.
Cazuza gravou o segundo álbum no segundo semestre de 1986. Como a Som Livre terminou com o cast, Só Se For A Dois foi lançado pela PolyGram (agora Universal Music Group) em 1987. Logo depois, a PolyGram contratou Cazuza. Só Se For A Dois mostra temas românticos como "Só Se For A Dois", "O Nosso Amor A Gente Inventa", "Solidão Que Nada" e "Ritual".

A AIDS (doença da qual provavelmente sofria desde 1985) volta a se manifestar em 1987. Cazuza é internado com pneumonia, e um novo teste revela que o cantor é portador do vírus HIV. Em Outubro, Cazuza é internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, para ser tratado por uma nova pneumonia. Em seguida, ele é levado pelos pais aos Estados Unidos. Lá, Cazuza é submetido a um tratamento a base de AZT durante dois meses no New England Hospital de Boston. Ao voltar ao Brasil no começo de dezembro de 1987, Cazuza inicia as gravações para um novo disco. Ideologia de 1988, inclui os hits "Ideologia", "Brasil" e "Faz Parte Do Meu Show". "Brasil" em versão de Gal Costa foi tema de abertura da telenovela Vale Tudo da Rede Globo.

Os shows se tornam mais elaborados e a turnê do disco Ideologia, dirigido por Ney Matogrosso, viaja por todo o Brasil. O Tempo Não Pára, gravado no Canecão durante esta turnê, é lançado em 1989. O disco se tornou o maior sucesso comercial superando a marca de 500 mil cópias vendidas. A faixa "O Tempo Não Pára" torna-se um de seus maiores sucessos. Também destacam-se "Todo Amor Que Houver Nessa Vida" com um novo arranjo mais introspectivo, "Codinome Beija-Flor" e "Faz Parte Do Meu Show". O Tempo Não Pára também foi lançado em VHS Vídeo pela Globo.

Em fevereiro de 1989, Cazuza declara publicamente que era soropositivo, ajudando assim a criar consciência em relação à doença e aos efeitos dela. Cazuza comparece na cerimônia do Prêmio Sharp de cadeira de rodas, onde recebe os prêmios de melhor canção para "Brasil" e melhor álbum para Ideologia.
Burguesia (1989) foi gravado com o cantor numa cadeira de rodas e com a voz nitidamente enfraquecida. É um álbum duplo de conceito dual, sendo o primeiro disco com canções de rock brasileiro e o segundo com canções de MPB. Burguesia é o último disco gravado por Cazuza e vendeu 250 mil cópias. Cazuza recebeu o Prêmio Sharp póstumo de melhor canção com "Cobaias de Deus".

Em outubro de 1989, depois de quatro meses a base de um tratamento alternativo em São Paulo, Cazuza parte novamente para Boston, onde ficou internado até março de 1990 voltando assim para o Rio de Janeiro.
No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos por um choque séptico causado pela AIDS. No enterro compareceram mais de mil pessoas, entre parentes, amigos e fãs. O caixão, coberto de flores e lacrado, foi levado à sepultura pelos ex-companheiros do Barão Vermelho. Cazuza foi enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Em apenas nove anos de carreira, Cazuza deixou 126 canções gravadas, 78 inéditas e 34 para outros intérpretes.
Após a morte de Cazuza, os pais fundaram a Sociedade Viva Cazuza em 1990. A Sociedade Viva Cazuza tem como intenção proporcionar uma vida melhor a crianças soropositivas através de assistência à saúde, educação e lazer.
Em 1997, a cantora Cássia Eller lançou o álbum Veneno AntiMonotonia, que traz somente composições de Cazuza.
As canções de Cazuza já foram reinterpretadas pelos mais diversos artistas brasileiros dos mais diversos genêros musicais.
A Som Livre realizou o show Tributo a Cazuza em 1999, posteriormente lançado em CD e DVD, do qual participaram Ney Matogrosso, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Zélia Duncan, Sandra de Sá, Arnaldo Antunes e Leoni.
No ano 2000 foi exibido no Rio de Janeiro e em São Paulo o musical Casas de Cazuza, escrito e dirigido por Rodrigo Pitta, cuja história tem base nas canções de Cazuza.
Em 2004 foi lançado o filme biográfico Cazuza - O Tempo Não Pára de Sandra Werneck.

Dentre diversos artistas relacionados a Cazuza, podemos mencionar Simone (O tempo não pára e Codinome Beija-flor), Leoni (com quem compôs o maior sucesso, Exagerado), Léo Jaime (que apresentou Cazuza para a banda Barão Vermelho quando esta já estava formada e precisando de um vocalista para completar a banda), Lobão, tanto pela amizade com Cazuza quanto pela influência de um em outro, por ter sido grande inspiração no começo da carreira, Cássia Eller por ter sido a intérprete que mais gravou canções de Cazuza, Arnaldo Antunes pela influência marcante, Bebel Gilberto pela amizade e parceria em algumas músicas, Ney Matogrosso por ter sido namorado, Renato Russo, por ter homenageado duas vezes o ex-vocalista do Barão (com a canção em inglês Feedback Song For a Dying Friend e com a regravação de Quando Eu Estiver Cantando no show Viva Cazuza, em 1990) e Frejat, por ter sido um grande amigo e seu principal parceiro em composições musicais.

Discografia
Com o Barão Vermelho
1982 - Barão Vermelho
1983 - Barão Vermelho 2
1984 - Maior Abandonado
1985 - Ao Vivo no Rock in Rio 1
Solo
1985 - Exagerado
1987 - Só Se For A Dois
1988 - Ideologia
1988 - O Tempo Não Pára - ao vivo
1989 - Burguesia
1991 - Por Aí (póstumo)
2005 - O Poeta Está Vivo - Show no Teatro Ipanema 1987 - ao vivo (póstumo)
Videografia

Com o Barão Vermelho
2007 - Rock in Rio 1985 (DVD)
Solo
1988 - Ideologia (VHS Vídeo)
1989 - O Tempo Não Pára (VHS Vídeo)
2008 - Pra Sempre Cazuza (DVD)

Filmografia
1984 - Bete Balanço (participação especial)
1987 - Um Trem para as Estrelas (participação especial)
2001 - Cazuza - Sonho de uma noite no Leblon (documentário)
2004 - Cazuza - O tempo não pára (biográfico)
Bibliografia
1990 - Songbook Cazuza Vol. 1, de Almir Chediak, Lumiar Editora
1990 - Songbook Cazuza Vol. 2, de Almir Chediak, Lumiar Editora
1997 - Cazuza, Só As Mães São Felizes, de Lucinha Araújo e Regina Echeverria, Editora Globo
2001 - Cazuza, Preciso Dizer Que Te Amo - Todas as Letras do Poeta, de Lucinha Araújo e  Regina Echeverria, Editora Globo

“Não é hora de chorar amanheceu o pensamento,o poeta esta vivo com seus moinhos de vento a impulsionar a grande roda da historia...”
Beijos abraços a todos,fiquem com Deus e até o próximo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Samba na Gamboa"


“Água de chuva eu sei que não sobe ladeira .... a sua estrela um dia vai  ter que brilhar”,e a estrela de Diogo nogueira começou a brilhar como nunca ,cantor compositor  e apresentador de TV.Ele esta no melhor momento de sua carreira.
Diogo Nogueira  nasceu  no Rio de Janeiro, 26 de abril de 1981, é um cantor, compositor e apresentador de televisão .
É filho dos compositores João Nogueira e Ângela Maria Nogueira.
Esteve nas rodas de samba do pai ao longo de toda a infância e adolescência, mas virou jogador de futebol, seguindo uma vontade do pai.

Nogueira chegou a atuar pelo Cruzeiro, de Porto Alegre, em 2005, após se destacar em jogos da várzea carioca. Ele assinaria um contrato com o empresário Baidek, mas teve uma lesão no joelho e voltou ao Rio de Janeiro. Novamente na sua terra natal, Diogo passou a frequentar rodas de samba e formou uma banda própria. Também assinou contrato com a gravadora EMI.
Com a álbum "Poder da Criação", Diogo se lançou na carreira de cantor solo. O álbum conta, em sua maioria, com sambas compostos por João, como "Espelho", "Poder da Criação" e "Clube do Samba". Mas possui também canções compostas por Diogo, como "Samba pros Poetas".

Diogo Nogueira conseguiu o que seu pai nunca havia conseguido na Ala de Compositores da Portela. Emplacou o samba que foi cantado na avenida no Carnaval 2008. Ao lado de outros nomes, Diogo compôs "Reconstruindo a natureza, recriando a vida: o sonho vira realidade". A agremiação tirou o 4º lugar e voltou para o Sábado das Campeãs, após 10 anos ausente. Desde lá ganhou várias vezes consecutivas na Portela.
Em 2010, ganhou o prêmio de Melhor Artista ou Banda de MPB no VMB 2010.
É apresentador do programa Samba na Gamboa, na TV Brasil.

Prêmios e indicações
Grammy Latino
2008: Best New Artist 2010: Melhor Disco de Samba/Pagode
MTV Video Music Brasil
2010: Videoclipe do Ano ("Tô Fazendo a Minha Parte") 2010: Melhor música brasileira

Discografia
Um Sonho através do Espelho (vários, 2001, CD Jam Music)
Cidade do Samba (vários, 2007, CD ZecaPagodiscos/Universal Music)
Ao Vivo (2007, CD e DVD EMI Music)
Tô Fazendo a Minha Parte (2009, CD EMI Music)
Sou Eu Ao Vivo (2010, CD e DVD EMI Music)

Malandro é malandro e mané é mané e  Diogo Nogueira é sambista de primeira.
Beijos e abraços a todos,fiquem com Deus e até o próximo. 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Mariza


Bem que se quis que   Mariza Monte se enveredou pela musica ,ganhamos uma cantora refinada de voz belíssima e  compositora extraordinária .
Marisa de Azevedo Monte nascida n0 Rio de Janeiro, 1 de julho de 1967 é uma cantora, compositora, instrumentista e produtora musical brasileira de MPB/Pop. Marisa já vendeu mais de 10 milhões de álbuns e ganhou inúmeros prêmios nacionais e internacionais, incluindo três Grammy Latino, sete Video Music Brasil, nove Prêmio Multishow de Música Brasileira, cinco APCA e seis Prêmio TIM de Música. Marisa é considerada pela revista Rolling Stone Brasil como a maior cantora do Brasil. Ela também tem dois álbuns (MM e Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão) na lista dos 100 melhores discos da música brasileira

Estudou canto, piano e bateria na infância. Na adolescência participou do musical Rock Horror Show, dirigido por Miguel Falabella, com alunos do Colégio Andrews. Iniciou o estudo de canto lírico aos catorze anos.
Aos dezenove, mudou-se para Roma, na Itália, onde durante dez meses estudou belcanto. Após esse período, passou a fazer apresentações em bares e casas noturnas cantando música brasileira, acompanhada de amigos. Um desses espetáculos foi assistido pelo produtor musical Nelson Motta, que se tornou diretor do primeiro show no Rio de Janeiro após o retorno de Marisa, em 1987. O show Veludo Azul teve temporadas no Rio e em São Paulo e despertou o interesse das gravadoras.
Marisa Monte já fazia muito sucesso de público e crítica antes de ter o primeiro disco. Na época, Marisa foi convidada pela TV Manchete a gravar seu primeiro especial, que foi lançando em dois formatos, LP e VHS, com o nome MM. A este disco com repertório eclético pertence o primeiro grande sucesso de Marisa, Bem que Se Quis (versão de Nelson Motta para a E Po' Che Fa do compositor italiano Pino Daniele), que foi executado exaustivamente nas emissoras de rádio emissoras de rádio brasileiras e fez parte da trilha sonora da novela da Rede Globo O Salvador da Pátria, de Lauro César Muniz (1989). Este álbum vendeu 500 mil cópias, um sucesso para uma artista estreante no Brasil. O disco está na na lista dos 100 melhores discos da música brasileira feita pela revista Rolling Stone Brasil na posição #62.
Em 1991, Marisa Monte lançou o segundo álbum, intitulado Mais, através da EMI. As críticas positivas, afirmando que a cantora tinha amadurecido do álbum anterior, introduziu-a no mercado internacional, sendo seu primeiro disco autoral. Este disco vendeu ainda mais que o anterior e produziu a faixa "Beija Eu", classificada como uma das melhores músicas de pop brasileiras, em pesquisa realizada pelo jornalista Zeca Camargo através do Portal G1[3] figurando a vigésima sexta posição.
Em 1994, lançou o terceiro álbum, Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão. Produzido por Arto Lindsay, mesmo produtor do anterior, foi muito bem recebido por crítica e público, sendo considerado pelo site All Music Guide o melhor da carreira da cantora. Entre as canções lançadas está o single "Segue o Seco", que ganhou cinco MTV Video Music Brasil 1995, nas categorias Melhor videoclipe do ano, Melhor videoclipe de MPB, Melhor direção de videoclipe, Melhor fotografia de videoclipe e Melhor edição de videoclipe. As vendas de Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão chegaram a marca de 1,050 milhão de cópias[4]. Este disco está na na lista dos 100 melhores discos da música brasileira na posição #87.
Em 1996, Marisa lança Barulhinho Bom, seu primeiro álbum duplo. O trabalho traz regravações dos antigos sucessos entre canções inéditas e consagradas. Barulhinho Bom também provocou grande polêmica pela capa, um desenho do artista pornô-naif Carlos Zéfiro, censurada nos EUA. Este CD marcou uma aproximação maior de Marisa com diversas escolas e gerações do samba carioca. No mesmo ano, ela abre sua editora a Monte Songs Edições Musicais Ltda..
Em 1998, conquista sua independência musical ao comprar todas as fitas matrizes de sua músicas desde seu álbum estreia até Barulhinho Bom e abrir seu próprio selo, a Phonomotor Records, com distribuição da gravadora EMI.[5] Apresenta-se também ao lado da Velha Guarda da Portela, tendo produzido e participado do CD Tudo Azul. Como produtora, atua também em Omelete Man (1998), segundo disco de Carlinhos Brown e colabora com a cantora cabo-verdeana Cesária Évora em seu disco Café Atlantico, produzindo a faixa É Doce Morrer no Mar, na qual também participa fazendo um belo dueto.

Em 2000 Marisa lança o disco Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, trabalho centrado no tema do amor e muito aclamado pela crítica. Com ele, Marisa ganha um Disco de Diamante, concedido pela venda superior a 1 milhão de cópias no Brasil. Este álbum foi puxado pelo hit "Amor I Love You", música mais tocada de 2000 que rendeu um MTV Video Music Brasil 2000 na categoria Melhor videoclipe de MPB. Teve cinco indicações: Melhor Website de Artista, Videoclipe do Ano, Melhor Fotografia em Videoclipe, Melhor Direção de Arte em Videoclipe e Melhor Direção em Videoclipe. No mesmo ano, Marisa inicia sua quarta tour mundial Memórias, Crônicas e Declarações de Amor Tour; a turnê teve 150 shows e durou mais de um ano.
O álbum ganhou vários prêmios, o mais importante deles um Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro. Além disso, a faixa "Amor I Love You" foi indicada como Melhor Canção Brasileira. O clipe "O Que me Importa" ganhou ainda o MTV Video Music Brasil 2001, na categoria Melhor videoclipe de MPB. O álbum ganhou ainda dois Prêmio Multishow de Música Brasileira.
Em 2001, Marisa lança o DVD gravado no Rio de Janeiro no formato de película, com um orçamento de 1,5 milhão de reais[6]. Para divulgar o DVD, a sua gravadora lança um EP com duas faixas, incluindo "A Sua", uma das mais tocadas de 2001, que ajudou o DVD ser torna um sucesso de vendas. Após vender mais de 100 mil cópias, o DVD obteve o certificado de diamante.

Em Novembro de 2002 a cantora lançou seu sexto álbum, em parceira com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, trio que adotou o nome de Tribalistas. O álbum foi gravado entre 8 e 24 de abril daquele ano na casa da Marisa no Rio de Janeiro. A venda do CD alcançou a marca de 1,5 milhão de cópias no Brasil e mais de 1 milhão no resto do mundo. O DVD também foi um grande sucesso. Nele, o trio registrou a gravação do disco. Todas as canções lançadas atingiram o sucesso rapidamente, principalmente "Já Sei Namorar" - hit de 2002, "Velha Infância" - hit de 2003, e "É Você".
O curioso é que o trio apenas três vezes: no Grammy Latino, no DVD Ao Vivo no Estúdio, e em uma ocasião no Sarau do Brown, o único show que foi aberto ao público. Além disso, eles só concederam uma entrevista, no site oficial do grupo. Em 2003, o trio ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro. Além disso, o disco recebeu outras três indicações, nas categorias Gravação do Ano e Melhor Canção Brasileira para "Já Sei Namorar" e Álbum do Ano.

Três anos e meio após o lançamento de Tribalistas e seis anos após seu último disco solo, Marisa voltou ao cenário musical no primeiro semestre de 2006, quando lançou simultaneamente dois discos: Infinito Particular e Universo ao Meu Redor, o primeiro dedicados a canções inéditas do Pop e o segundo com um repertório de Samba. Cada disco vendeu 300 mil cópias, o que fez Marisa ultrapassar a marca de 9 milhões de discos vendidos no Brasil. Isso fez a artista entrar para lista de recordistas de vendas no Brasil.
No mesmo ano, Universo ao Meu Redor ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Samba ou Pagode. Além disso, Marisa recebeu duas outras indicações para o Grammy Latino: Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro para "Infinito Particular" e Melhor Canção Brasileira para "O Bonde do Dom".
Ainda em 2006, a artista inicia sua quinta turnê mundial, Universo Particular, que durou quase dois anos, e gerou o documentário Infinito ao Meu Redor. O DVD registra os dois anos de trabalho de Marisa, desde o lançamento dos discos até o fim da turnê, mostrando os bastidores com viagens, ensaios, relação dos fãs com seu trabalho e alguns registros dos shows, que também foram lançados em um CD bônus no mesmo estojo do DVD. É nestes discos que foi lançada a música "Não é Proibido".
O ano de 2008 marcou a estréia de Marisa como produtora de cinema. É que neste ano é lançado o filme "O Mistério do Samba", que retrata a história e o cotidiano dos integrantes da Velha Guarda da Portela e o trabalho de pesquisa de Marisa no resgate de composições quase esquecidas e que existiam apenas na tradição oral, já que os antigos bambas não tinham o costume de registrá-las. Esse filme fez parte da seleção oficial do Festival de Cannes. "O Mistério do Samba", lançado nas salas de cinema em 2008, foi lançado também em DVD em 2009. Além disso, a faixa "Não É Proibido" recebeu uma indicação ao Grammy Latino em 2009, na categoria Melhor Canção Brasileira.

Entre as gravações mais representativas da carreira de Marisa Monte, seu maiores sucessos são: "Bem Que Se Quis", "Beija Eu", "Segue O Seco", "Amor I Love You", "A Sua", "Já Sei Namorar", "Velha Infância", "Não é Proibido". Muitas de suas músicas foram inclusas em trilhas sonoras de novelas, sendo no total 24 músicas.


Curiosidades e recordes
Em sua versão em CD, Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-rosa e Carvão trouxe uma música a mais: "Pale Blue Eyes". Isso também aconteceu com seu primeiro disco, Marisa Monte ao Vivo, que trouxe "I Heard It Through the Grapevine" que não entrou no LP original por problemas de espaço.
Ela cobra de cachê R$290 mil, por show, sendo o terceiro mais caro do Brasil, perdendo apenas para Roberto Carlos e Ivete Sangalo, 1 milhão e 750 mil, respectivamente.
Tem total controle sobre sua carreira, é dona de toda sua obra é seus fonograma originais.
Ela é a sétima cantora que mais vendeu disco no Brasil, estando na lista de recordistas de vendas de discos no Brasil

Tem sete Discos de Ouro, sete Discos de Platina, sete Discos de Platina Duplo, dois Discos de Platina Triplo, dois Discos de Diamante.
Ela é cantora que mais vendeu na década de 80, 90 e 2000, sendo nos anos de 1989 (500 mil), 1991 (500 mil), 1994 (1 milhão), 2000 (1 milhão), 2002 (1 milhão) e 2006 (600 mil).
É umas das poucas cantora à ter seus 8 primeiros álbuns estreando no Top 5 da parada brasileira (7 #1's e 1 #2), é a única artista na história do Brasil à ter sete álbuns debutando em primeiro lugar de forma consecutiva, seu único álbum a não alcançar o topo da chart, foi Universo ao Meu Redor chegou ao segundo lugar na lista dos álbuns mais vendidos no Brasil, atrás apenas de "Infinito Particular", também de Marisa, que estava no primeiro lugar. Foi a primeira vez na história da lista dos álbuns mais vendidos no Brasil em que a mesma cantora ocupava os dois primeiros lugares.
É a única cantora brasileira a ganhar 5 prêmios no Video Music Brasil, em único ano, e também foi a segunda mulher que mais ganhou na premiação, com 8 prêmios no total, atrás apenas de Pitty com 15 prêmios, sendo as duas únicas mulheres na lista que mais ganharam prêmios na história da premiação.
Tem 23 músicas em trilhas sonoras, sendo 22 em novelas da Rede Globo e 1 da novela do SBT.
Ela é a cantora/compositora mais indicanda ao Grammy Latino na categoria Melhor Canção Brasileira, no total de 4 indicanções nesta categoria, até hoje nunca ganhou nesta categoria.
Cantora brasileira que mais lucrou com suas turnés, todas suas turnès tiveram um lucro bruto de 90 milhões de reais.
Ela é a quarta cantora com maior números um, divide o recorde de maior números de um na chart brasileira, atrás apenas de Ivete Sangalo com 13, Daniela Mercury com 10, Pitty com 5.
Ela se tornou a primeira artista a ter 6 singles número um nas décadas 80s, 90s e 00s, quando seu hit "Não é Proibido" alcançou o número um, tornando-se seu sexto número um.
Ela teve os dois álbuns que atigiram marca de mais de 1 milhão de cópias vendidas no Brasil na década de 2000, sendo eles Memórias, Crônicas e Declarações de Amor e Tribalistas, que vendeu 1.2 milhões e 1.5 milhões de cópias, respectivamente.
Ela tem bastante fama fora do Brasil, suas turné já lucram em torno de 50 milhões de dolares.

Discografia
Álbuns de estúdio
1991: Mais
1994: Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão
2000: Memórias, Crônicas e Declarações de Amor
2006: Infinito Particular
2006: Universo ao Meu Redor
Turnês
1987/1988: Veludo Azul
1989/1990: MM Tour
1991/1992: Mais Tour
1994/1996: Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão Tour
1996/1998: Barulhinho Bom Tour
2000/2001: Memórias, Crônicas e Declarações de Amor Tour
2006/2007: Universo Particular Tour
Álbuns ao vivo
1989: MM
1996: Barulhinho Bom - Uma Viagem Musical (CD duplo)
DVDs
1989: MM Ao Vivo
1991: Mais Ao Vivo
1996: Barulhinho Bom Ao Vivo
2001: Memórias, Crônicas e Declarações de Amor
2008: Infinito ao Meu Redor (DVD + CD)

“Eu sô não te convido pra dançar ,porque eu quero encontrar com você em particular,há tempos tento encontrar um bom momento” para dizer que Mariza Monte e ótima.
Beijo e abraço a todos,fiquem com Deus até o proximo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Zeca


“Você sei quase nada  para onde vai o porque veio...” por isso vamos começar falar de você,Zeca Baleiro.
José Ribamar Coelho Santos, nasceu em São Luís, Maranhão, 11 de abril de 1966 , mais conhecido como Zeca Baleiro, é um cantor, compositor e músico brasileiro de MPB. Transferiu-se para São Paulo onde lançou sua carreira.
Zeca Baleiro canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz.

Zeca começou sua carreira compondo melodias e músicas para peças infantis de teatro, onde se destacou pela qualidade de suas letras. Foi morar em São Paulo, onde dividia um apartamento com seu parceiro musical Chico César. Apesar de sua carreira musical já existir 12 anos antes de gravar seu primeiro disco em 1997, seu salto para a fama foi em sua participação no Acústico MTV de Gal Costa com a canção "A Flor da Pele", que lhe valeu projeção nacional. Nos anos seguintes gravou mais cinco discos com participação de outros cantores do Brasil, muitos dos quais são seus parceiros em composições como: Chico César, Rita Ribeiro, Lobão, O Teatro Mágico, Arnaldo Antunes, Zé Geraldo, Paulinho Moska, Lenine, Fagner, Zeca Pagodinho e Zé Ramalho. Sua música deriva de muitos ritmos tradicionais brasileiros: samba, pagode, baião com elementos do rock, pop e música eletrônica com um modo muito particular de tocar violão.[carece de fontes]
Trilha Sonora Telenovelas

Zeca Baleiro teve muitas de suas canções incluídas em trilhas sonoras de telenovelas da Rede Globo, Rede Bandeirantes e Rede Record, algumas delas são:
Bandeira - novela Por Amor
A Flor da Pele - novela Serras Azuis
Heavy Metal do Senhor - novela Era uma Vez...
Quase Nada - novela Estrela-Guia
Samba do Aproach - novela Da Cor do Pecado
Palavras e Silêncio - Prova de Amor
Balada do Céu negro - Bang Bang
Você é Má - novela Ribeirão do tempo
Homem com H - novela Insensato Coração
Trilha Sonora Filmes

Bicho de Sete Cabeças
Celeste e Estrela
Discografia

Discos autorais
Por Onde Andará Stephen Fry? (1997)
Vô Imbolá (1999)
Líricas (2000)
Pet Shop Mundo Cão (2002)
Raimundo Fagner e Zeca Baleiro (2003)
Baladas do Asfalto e Outros Blues (2005)
Baladas do Asfalto e Outros Blues Ao Vivo (2006)
O Coração do Homem Bomba - Vol. 1 (2008)
O Coração do Homem Bomba - Vol. 2 (2008)
O Coração do Homem Bomba - Ao Vivo (Ao Vivo Mesmo) (2009)
Concerto (2010)
Coletâneas e trilhas

Brésil
Calor do Brasil
Metamophoses
MPBZ by Marco Mazzola
Novo Canto
O Melhor do Acústico MTV
Palco MPB
Zeca Baleiro - Perfil
Zeca Baleiro - Lado Z
Reggae Around the World

“Eu tava triste tristinho  mais sem graça doque a top model magrela  na paassarela...” ai escutei  o Zeca e tudo ficou  ótimo  que be deu vontade de sir por ai beijando todos por ai
Beijos e abraço a todos,fiquem com Deus  até o próximo.

sábado, 2 de julho de 2011

Da Mata


Ela é uma grata surpeza para nossa musica de voz tranqüila e suave excelente compositora,”Quando o mundo roda em vão eu tomo o tempo e velho gasta a solidão “para saber mais um pouco da Vanessa da Mata.

Vanessa Sigiane da Mata Ferreira (Alto Garças, 10 de fevereiro de 1976) é uma cantora e compositora brasileira. Lançou quatro álbuns e um CD/DVD ao Vivo, este último gravado em Parati/RJ. Entre os grandes sucessos de sua discografia estão Não me deixe só, Ai, Ai, Ai, Boa Sorte/Good Luck, Baú, Amado e mais recentemente O Tal Casal .
Vanessa da Mata nasceu em 10 de fevereiro de 1976, em em Alto Garças, no Mato Grosso – uma pequena cidade a 400 quilômetros de Cuiabá, cercada de rios e cachoeiras. Possui ascendência, através da avó materna, de índios Xavantes.
Ouviu de tudo na infância. De Luiz Gonzaga a Tom Jobim, de Milton Nascimento a Orlando Silva. Ouviu também ritmos regionais, como o carimbó, dos discos trazidos das viagens de um tio à Amazônia. Ouviu samba, música caipira e até música brega italiana, sons que chegavam pelas ondas da rádio AM.

Em 1990, aos 14 anos, Vanessa se mudou para Uberlândia, em Minas Gerais, cidade a mil e duzentos quilômetros de distância de Alto Garças. Foi para lá sozinha, morar em um pensionato: se preparava, então, para prestar vestibular em medicina. Mas já sabia o queria: cantar. Aos 15, começou a se apresentar em bares locais.
Em 1992, foi para São Paulo, onde começou a cantar na Shalla-Ball, uma banda feminina de reggae. Três anos depois, com 19 anos, excursionou com a banda jamaicana Black Uhuru. Em seguida, fez parte do grupo de ritmos regionais Mafuá. Neste período, ainda dividia seu tempo entre as carreiras de jogadora de basquete e de modelo.

Em 1997, com 21 anos, conheceu Chico César: com ele, compôs "A força que nunca seca". A música foi gravada por Maria Bethânia, que a colocou como título de seu disco de 1999. A gravação concorreu ao Grammy Latino e também foi gravada no CD de Chico, "Mama Mundi". O Brasil descobria uma grande compositora. Bethânia voltou a gravar Vanessa: "O Canto de Dona Sinhá" esteve no CD Maricotinha – com participação de Caetano Veloso - e em sua versão ao vivo. Já "Viagem" foi gravada por Daniela Mercury em Sol da Liberdade. Com Ana Carolina compôs "Me Sento na Rua", do CD Ana Rita Joana Iracema e Carolina (2001).

A voz e a presença de Vanessa começavam também a chamar atenção. Fez participações em shows de Milton Nascimento, Bethânia e nas últimas apresentações de Baden Powell: estava pronta para estrear em carreira solo.Sucesso comercial

Em 2002, aos 26 anos, Vanessa lançou seu primeiro CD, Vanessa da Mata, pela Sony – que teve produção conjunta de Liminha, Jaques Morelenbaum, Luiz Brasil, Dadi e Kassin. Entre os sucessos deste disco estão "Nossa Canção" (trilha sonora da novela Celebridade), "Não me Deixe só" - que estourou nas pistas com remix de Ramilson Maia - e "Onde Ir" (trilha da novela Esperança).

O segundo disco, Essa Boneca Tem Manual, foi lançado em 2004 pela Sony e teve produção de Liminha, com quem também dividiu as composições. Além de suas próprias canções – como "Ai, Ai, Ai..." (tema da novela Belíssima), "Ainda Bem" (tema da novela Pé na Jaca) e "Não Chore, Homem" - Vanessa regravou "Eu Sou Neguinha" de Caetano Veloso (versão que integrou a trilha da novela A Lua me Disse) e "História de Uma Gata" de Saltimbancos de Chico Buarque. Com "Ai, Ai, Ai...", música nacional mais executada nas rádios em 2006 e "Música", o álbum chegou a Disco de Platina.

Sim, o terceiro disco, lançado em 28 de maio de 2007, foi produzido por Mario Caldato e Kassin. O álbum foi gravado entre a Jamaica e o Brasil. Das 13 faixas, cinco têm a participação de Sly & Robbie, dois ícones da música jamaicana. Sim é definido, pelo seu título, como "uma resposta positiva à vida, uma resposta de luta". E conta com participações de Ben Harper, João Donato, Wilson das Neves, Don Chacal e um time da nova geração da música brasileira, como o baterista Pupillo (Nação Zumbi) e os guitarristas Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Pedro Sá e Davi Moraes, entre outros. O ano de 2007 também foi marcado pela união de Vanessa e o cantor internacional Ben Harper, com o lançamento de Boa Sorte/Good Luck, que foi um dos grandes sucessos da cantora.

A música foi lançada, a princípio nas rádios, com sua versão original e depois com sua versão Remix, que garantiu a autenticidade da cantora.
Em 2008, a música Amado, do mesmo álbum, foi o tema principal da novela da Rede Globo, A Favorita. No mesmo ano, recebe uma indicação ao Grammy Latino, o prêmio mais importante do meio musical, sendo em uma categoria: Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro por Sim - que ganhou o prêmio. A mesma música foi o tema principal do curta-metragem de grande sucesso em Ivinhema , cidade do interior do Mato Grosso do Sul denominado " A Trilha" realizado pelos alunos do 9º Ano "A" e dirigido por Felipe Bauer , no qual conquistou 1 prêmio de melhor música e 2 de melhor trilha sonora. Já em Maio de 2009, Vanessa lançou um álbum ao vivo em comemoração ao seus 6 anos de sucesso, o CD/DVD "Multishow ao Vivo Vanessa da Mata". Sendo assim, para promover o álbum, a canção "Vermelho" foi lançada nas rádios.
"O Tal Casal" é o primeiro single do novo álbum de Vanessa da Mata, Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias, lançado em 13 de outubro de 2010.

Discografia
Disco
2002   Vanessa da Mata
2004   Essa Boneca Tem Manual          
2007   Sim    
2009   Multishow Ao Vivo 
2010   Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias                    
DVDs
2009   Multishow Ao Vivo 


E so isso não tem mais geito Vanessa da Mata  good luck.
Beijos fiquem com Deus  e até a proxima 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Lenine


Hoje eu vou falar de uns dos mais criativos da nossa nova  MPB ,uma espetacular voz  e uma genialidade que hoje em dia parecia sumida,então venha e cai  na rede de Lenine.
Osvaldo Lenine Macedo Pimentel, conhecido apenas como Lenine, (Recife, 2 de fevereiro de 1958) é um cantor, compositor, arranjador, escritor, letrista e músico brasileiro.
Ocupa a cadeira 38 como acadêmico correspondente da Academia Pernambucana de Letras
.
Filho de um velho comunista e de uma católica praticante, criou-se porém uma espécie de détente na família. Até os 8 anos, os filhos eram obrigados a ir à missa com a mãe. Depois disso, ficavam por conta do pai: Marx era leitura obrigatória. Aos domingos, ouvia-se música de todo tipo - canções napolitanas, música alemã, música folclórica russa, Glenn Miller, Tchaikovsky, Chopin, Gil Evans, e mais tarde, Hermeto Pascoal e os tropicalistas.
Foi para o Rio de Janeiro no final dos anos 1970, pois naquela época havia pouco espaço ou recursos para música no Recife. Morou com alguns amigos, compositores. Dividiram por algum tempo um apartamento na Urca, depois uma casinha numa vila em Botafogo, famosa por ter sido moradia de Macalé e Sônia Braga. Depois foram para Santa Teresa.
Lenine teve seu som gravado por Elba Ramalho, sendo ela a primeira cantora de sucesso nacional a gravar uma música sua. Depois vieram Fernanda Abreu, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Maria Bethânia e muitos outros.

Produziu "Segundo", de Maria Rita; "De uns tempos pra cá", de Chico César; "Lonji", de Tcheka (cantor e compositor do Cabo Verde); e "Ponto Enredo", de Pedro Luís e a Parede.
Trabalhou em televisão com os diretores Guel Arraes e Jorge Furtado. Para eles, fez a direção musical de "Caramuru, a Invenção do Brasil" que depois de minissérie, virou um longa-metragem. Participou também da direção do musical de "Cambaio", musical de João Falcão e Adriana Falcão, baseado em canções de Chico Buarque e Edu Lobo.
Lenine ganhou dois prêmios Grammy Latino: um pelo “Melhor Álbum Pop Contemporâneo” com seu álbum "Falange Canibal"; e outro em 2009 na categoria melhor canção brasileira com a música "Martelo Bigorna.”

Discografia
Álbuns
1983 - Baque Solto
1994 - Olho de Peixe
1997 - O Dia em que Faremos Contato
1999 - Na Pressão
2002 - Falange Canibal
2004 - Lenine Incité
2006 - Acústico MTV
2008 - Labiata
2010 - Lenine.doc Trilhas
Coletâneas
2009 - Perfil

Vídeos (DVD/VHS)
2004 - In Cité
2006 - Acústico MTV
2007 - Breu
Vídeos musicais
O Homem dos Olhos de Raio-X
Paciência
Dois Olhos Negros
Hoje Eu Quero sair Só
Acredite ou Não
JackSoul Brasileiro

Trilhas Sonoras
Alpnista Social - Lua Cheia de Amor, 1990
As Voltas Que o Mundo Dá - A História de Ana Raio e Zé Trovão, 1990, Rede Manchete
Dois Olhos Negros - Era Uma Vez, 1998
Hoje Eu Quero Sair Só - Dona Flor e Seus Dois Maridos, 1998 e em Chamas da Vida, 2008, Rede Record
Paciência - Vila Madalena, 1999
O Último Pôr do Sol - A Invenção do Brasil, 2000 e em Viver a Vida, 2009
Miragem do Porto - A Invenção do Brasil, 2000
La e Lô - A Invenção do Brasil, 2000


Etnia Caduca - A Invenção do Brasil, 2000
Tubi Tupy - A Invenção do Brasil, 2000
Bambuluá - Bambuluá, 2000
Vieste - Estrela-Guia, 2001
Mero Detalhe - As Filhas da Mãe, 2001
O Silêncio das Estrelas - O Clone, 2001
De Sabugo à Visconde - Sítio do Pica-Pau Amarelo, 2001
Agora é Que São Elas - Agora É Que São Elas, 2003
Vida de Viajante - América, 2005
Do It - Belíssima, 2005
Nada Por Acaso - Pé na Jaca, 2006
Não Faz Mal a Ninguém - Sete Pecados, 2007
É o Que Me Interessa - A Favorita, 2008
Martelo Bigorna - Caminho das Índias, 2009
O Mundo (com: Moska, Zeca Baleiro e Chico César) - Cama de Gato, 2009
O Último Pôr-do-Sol - Viver a Vida, 2009
Magra - Cinquentinha, 2009
Aquilo Que Dá no Coração - Passione, 2010
Magra - As Cariocas (série), 2010
Candeeiro Encantado - Cordel Encantado, 2011

Curiosidades
A trilha do filme "A Invenção do Brasil", é a mesma da microssérie exibida, em abril de 2000, em 3 capítulos, pela Rede Globo.
Em 2009, Lenine esteve com a música "Martelo Bigorna" na trilha sonora da novela da Rede Globo, Caminho das Índias, sendo tema da vilã principal, a psicopata Yvone, interpretada por Letícia Sabatella.
A música "O Mundo", do cantor Moska, contou com as participações especiais de: Lenine, Zeca Baleiro e Chico César, e foi tema da novela Cama de Gato.
A minissérie Cinquentinha, não teve trilha sonora comercializada, mas a música "Magra" foi bastante executada na trama.
Em 2010, sua musica foi tema abertura da novela "Passione", 2011stá com uma música na novela 'Cordel Encantado"da Rede Globo.


“Atire  a primeira atire a segunda  até descarregar o tambor”,vai ver se o Lenine ta Lá na esquina ,se tiver  fique e curta a genialidade. 
Beijos e abraços a todos,fiquem com Deus e até o próximo